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	<title>Arquivo de Compatibilidade Oracle PostgreSQL - Dominus Tech Conecta</title>
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	<description>Transformação Digital e Tecnologia em Debate</description>
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	<title>Arquivo de Compatibilidade Oracle PostgreSQL - Dominus Tech Conecta</title>
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	<item>
		<title>Planejamento da Migração Oracle para PostgreSQL: Estratégia, Roadmap, Riscos e Execução</title>
		<link>https://www.shopdominustech.com/conecta/planejamento-migracao-oracle-postgresql/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Tech]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 17:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[EDB Postgres]]></category>
		<category><![CDATA[PostgreSQL]]></category>
		<category><![CDATA[Assessment Oracle PostgreSQL]]></category>
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		<category><![CDATA[PostgreSQL Enterprise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Planejamento da Migração Oracle para PostgreSQL: Estratégia, Roadmap, Riscos e Execução Planejamento da Migração Oracle para PostgreSQL é uma das etapas mais importantes para empresas que desejam modernizar seus ambientes de banco de dados sem transformar a migração em um projeto de risco elevado. Migrar Oracle para PostgreSQL não significa simplesmente copiar dados, converter tabelas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Planejamento da Migração Oracle para PostgreSQL: Estratégia, Roadmap, Riscos e Execução</h1>
<p><strong>Planejamento da Migração Oracle para PostgreSQL</strong> é uma das etapas mais importantes para empresas que desejam modernizar seus ambientes de banco de dados sem transformar a migração em um projeto de risco elevado.</p>
<p>Migrar Oracle para PostgreSQL não significa simplesmente copiar dados, converter tabelas e alterar uma string de conexão. Ambientes corporativos podem possuir décadas de evolução tecnológica, aplicações críticas, código PL/SQL, packages, procedures, triggers, sequences, database links, integrações, processos batch, ferramentas de BI, mecanismos de alta disponibilidade e dependências que nem sempre estão documentadas.</p>
<p>Por isso, o planejamento precisa transformar o ambiente atual em um projeto técnico mensurável.</p>
<p>O objetivo é responder perguntas fundamentais antes da execução:</p>
<ul>
<li>O que será migrado?</li>
<li>Quais aplicações dependem do Oracle?</li>
<li>Quais objetos possuem compatibilidade direta?</li>
<li>Quais componentes precisam de conversão?</li>
<li>Quais componentes exigem reescrita?</li>
<li>Qual arquitetura PostgreSQL será utilizada?</li>
<li>Qual será a estratégia de migração dos dados?</li>
<li>Qual será a janela de indisponibilidade?</li>
<li>Como serão realizados os testes?</li>
<li>Qual será a estratégia de cutover?</li>
<li>Como será realizado o rollback?</li>
<li>Quais serão os critérios para considerar a migração concluída?</li>
</ul>
<p>Um planejamento adequado reduz incertezas, organiza prioridades e permite que a organização avance da análise para a execução com maior previsibilidade.</p>
<hr />
<h2>O que é o Planejamento da Migração Oracle para PostgreSQL?</h2>
<p>O planejamento da migração Oracle para PostgreSQL é o processo de transformar os resultados do assessment técnico em uma estratégia estruturada de execução.</p>
<p>O assessment identifica o ambiente, suas dependências, incompatibilidades, volumes, aplicações, infraestrutura e riscos.</p>
<p>O planejamento utiliza essas informações para definir <strong>como, quando, em qual ordem e sob quais condições a migração será realizada</strong>.</p>
<p>Uma estratégia de planejamento normalmente envolve:</p>
<ul>
<li>Escopo da migração.</li>
<li>Inventário dos sistemas.</li>
<li>Classificação de complexidade.</li>
<li>Análise de compatibilidade.</li>
<li>Definição da arquitetura de destino.</li>
<li>Dimensionamento de infraestrutura.</li>
<li>Estratégia de conversão.</li>
<li>Estratégia de migração dos dados.</li>
<li>Plano de testes.</li>
<li>Plano de homologação.</li>
<li>Plano de cutover.</li>
<li>Plano de rollback.</li>
<li>Gestão de riscos.</li>
<li>Governança do projeto.</li>
<li>Roadmap de execução.</li>
</ul>
<p>O resultado deve ser um plano que permita às equipes técnicas e executivas compreenderem o esforço necessário para realizar a mudança.</p>
<hr />
<h2>Por que planejar antes de migrar Oracle para PostgreSQL?</h2>
<p>Uma migração sem planejamento pode descobrir problemas críticos somente durante a execução.</p>
<p>Isso pode acontecer quando uma aplicação depende de uma funcionalidade específica do Oracle que não foi identificada durante o assessment ou quando uma rotina aparentemente simples possui dependências com outros sistemas.</p>
<p>Também podem surgir problemas relacionados a:</p>
<ul>
<li>Diferenças de SQL.</li>
<li>PL/SQL.</li>
<li>Packages.</li>
<li>Procedures.</li>
<li>Triggers.</li>
<li>Sequences.</li>
<li>Tipos de dados.</li>
<li>Database links.</li>
<li>Synonyms.</li>
<li>Jobs.</li>
<li>Drivers.</li>
<li>Integrações.</li>
<li>Performance.</li>
<li>Alta disponibilidade.</li>
<li>Backup e recuperação.</li>
</ul>
<p>O planejamento transforma esses pontos em atividades conhecidas, responsáveis definidos, critérios de validação e etapas controladas.</p>
<hr />
<h2>Assessment é diferente de planejamento</h2>
<p>Assessment e planejamento são etapas relacionadas, mas possuem objetivos diferentes.</p>
<p>O <strong>assessment</strong> procura compreender o ambiente atual.</p>
<p>O <strong>planejamento</strong> determina como a migração deverá acontecer.</p>
<p>O assessment pode identificar, por exemplo, que determinada aplicação utiliza centenas de procedures, dezenas de packages e diversos database links.</p>
<p>O planejamento precisa transformar essa informação em decisões:</p>
<ul>
<li>Quais objetos serão convertidos automaticamente?</li>
<li>Quais serão convertidos manualmente?</li>
<li>Quais precisarão ser reescritos?</li>
<li>Quais dependências precisam ser eliminadas?</li>
<li>Quais componentes serão testados primeiro?</li>
<li>Qual aplicação será utilizada como piloto?</li>
<li>Qual será a ordem das demais aplicações?</li>
</ul>
<p>O assessment fornece o diagnóstico.</p>
<p>O planejamento define a estratégia.</p>
<hr />
<h2>Inventário como base do planejamento</h2>
<p>Um dos primeiros elementos do planejamento é consolidar o inventário técnico produzido durante o assessment.</p>
<p>Esse inventário deve considerar não apenas bancos de dados, mas também as aplicações e integrações que dependem deles.</p>
<h3>Informações do banco Oracle</h3>
<ul>
<li>Versão do Oracle.</li>
<li>Quantidade de databases.</li>
<li>Quantidade de schemas.</li>
<li>Volume de dados.</li>
<li>Crescimento histórico.</li>
<li>Taxa de alteração.</li>
<li>Quantidade de objetos.</li>
<li>Quantidade de usuários.</li>
<li>Quantidade de sessões.</li>
<li>Consultas críticas.</li>
</ul>
<h3>Objetos que devem ser considerados</h3>
<ul>
<li>Tabelas.</li>
<li>Índices.</li>
<li>Views.</li>
<li>Materialized Views.</li>
<li>Sequences.</li>
<li>Triggers.</li>
<li>Functions.</li>
<li>Procedures.</li>
<li>Packages.</li>
<li>Synonyms.</li>
<li>Database Links.</li>
<li>Jobs.</li>
<li>Tipos definidos pelo usuário.</li>
</ul>
<p>Esse inventário precisa ser relacionado às aplicações que utilizam os componentes.</p>
<hr />
<h2>Classificação da complexidade da migração</h2>
<p>Nem todos os bancos Oracle apresentam o mesmo nível de dificuldade.</p>
<p>Por isso, o planejamento deve classificar os workloads de acordo com critérios técnicos e de negócio.</p>
<h3>Migração de baixa complexidade</h3>
<p>Pode envolver aplicações com:</p>
<ul>
<li>Pouco código proprietário.</li>
<li>SQL predominantemente padrão.</li>
<li>Poucas dependências.</li>
<li>Baixo volume de dados.</li>
<li>Baixa criticidade.</li>
</ul>
<h3>Migração de média complexidade</h3>
<p>Pode envolver:</p>
<ul>
<li>Quantidade relevante de PL/SQL.</li>
<li>Integrações externas.</li>
<li>Grande quantidade de objetos.</li>
<li>Processos batch.</li>
<li>Dependências entre aplicações.</li>
</ul>
<h3>Migração de alta complexidade</h3>
<p>Pode envolver:</p>
<ul>
<li>Grande quantidade de PL/SQL.</li>
<li>Packages complexos.</li>
<li>Database links.</li>
<li>Alta disponibilidade.</li>
<li>Grandes volumes de dados.</li>
<li>Aplicações de missão crítica.</li>
<li>Requisitos rigorosos de RPO e RTO.</li>
<li>Janelas de indisponibilidade muito reduzidas.</li>
</ul>
<p>A complexidade técnica deve ser analisada juntamente com a criticidade do negócio.</p>
<hr />
<figure id="attachment_6989" aria-describedby="caption-attachment-6989" style="width: 1535px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-6989" src="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/roadmap-planejamento-migracao-oracle-postgresql-assessment-planejamento-compatibilidade-arquitetura-conversao-testes-homologaca.png" alt="Roadmap de planejamento da migração Oracle para PostgreSQL com etapas de assessment, planejamento, compatibilidade, arquitetura, conversão, testes, homologação, cutover e produção." width="1535" height="1024" srcset="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/roadmap-planejamento-migracao-oracle-postgresql-assessment-planejamento-compatibilidade-arquitetura-conversao-testes-homologaca.png 1535w, https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/roadmap-planejamento-migracao-oracle-postgresql-assessment-planejamento-compatibilidade-arquitetura-conversao-testes-homologaca-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 1535px) 100vw, 1535px" /><figcaption id="caption-attachment-6989" class="wp-caption-text">Roadmap completo para migração Oracle para PostgreSQL, apresentando assessment, planejamento, compatibilidade, arquitetura, conversão, testes, homologação, cutover e produção.</figcaption></figure>
<hr />
<h2>Análise de compatibilidade Oracle e PostgreSQL</h2>
<p>A compatibilidade deve ser uma das principais dimensões do planejamento.</p>
<p>Não é suficiente saber que uma determinada funcionalidade possui um equivalente conceitual.</p>
<p>É necessário determinar se a implementação existente poderá ser:</p>
<ul>
<li>Migrada diretamente.</li>
<li>Convertida automaticamente.</li>
<li>Convertida com ajustes.</li>
<li>Reescrita.</li>
<li>Substituída.</li>
<li>Modernizada.</li>
</ul>
<p>O planejamento deve consolidar essas classificações em uma matriz de compatibilidade.</p>
<p>Essa matriz permite identificar onde está concentrado o esforço técnico.</p>
<hr />
<h2>Planejamento do código PL/SQL</h2>
<p>O código PL/SQL pode representar uma parcela significativa do esforço de migração.</p>
<p>É necessário identificar:</p>
<ul>
<li>Functions.</li>
<li>Procedures.</li>
<li>Packages.</li>
<li>Triggers.</li>
<li>Tipos específicos.</li>
<li>SQL embutido.</li>
<li>Dependências entre objetos.</li>
</ul>
<p>Cada componente deve receber uma estratégia.</p>
<p>Alguns poderão ser convertidos com ferramentas especializadas.</p>
<p>Outros exigirão ajustes manuais.</p>
<p>Em determinados casos, a melhor alternativa pode ser modernizar a lógica e transferir parte do processamento para a aplicação.</p>
<p>O planejamento deve evitar a conversão automática como objetivo absoluto.</p>
<p>O objetivo é chegar a uma arquitetura sustentável no PostgreSQL.</p>
<hr />
<h2>Planejamento dos dados</h2>
<p>A migração dos dados precisa ser planejada de acordo com volume, criticidade, taxa de alteração e janela operacional.</p>
<p>Devem ser avaliados:</p>
<ul>
<li>Volume total.</li>
<li>Volume por tabela.</li>
<li>Tabelas de maior crescimento.</li>
<li>Taxa de alteração.</li>
<li>Dados históricos.</li>
<li>Políticas de retenção.</li>
<li>Dados que podem ser arquivados.</li>
<li>Dados que precisam ser migrados.</li>
<li>Necessidade de sincronização.</li>
</ul>
<p>A estratégia pode variar de acordo com o perfil do ambiente.</p>
<p>Em alguns projetos, uma migração baseada em janela de manutenção pode ser suficiente.</p>
<p>Em ambientes de alta criticidade, pode ser necessário utilizar mecanismos de sincronização e reduzir o tempo de indisponibilidade durante o cutover.</p>
<hr />
<h2>Estratégia de migração em ondas</h2>
<p>Em grandes ambientes corporativos, migrar todas as aplicações simultaneamente pode elevar significativamente o risco.</p>
<p>Uma alternativa é organizar a execução em ondas.</p>
<h3>Onda piloto</h3>
<p>A primeira onda deve utilizar uma aplicação representativa, mas cujo risco seja controlável.</p>
<p>O objetivo é validar:</p>
<ul>
<li>Ferramentas.</li>
<li>Processos.</li>
<li>Conversão.</li>
<li>Migração de dados.</li>
<li>Testes.</li>
<li>Procedimentos operacionais.</li>
<li>Cutover.</li>
</ul>
<h3>Ondas intermediárias</h3>
<p>Depois da validação do piloto, aplicações de complexidade crescente podem ser migradas.</p>
<h3>Onda crítica</h3>
<p>As aplicações mais críticas devem ser migradas somente depois que processos, ferramentas e procedimentos tiverem sido validados.</p>
<p>Essa abordagem permite utilizar os aprendizados das primeiras ondas para reduzir riscos nas seguintes.</p>
<hr />
<h2>Planejamento da arquitetura PostgreSQL de destino</h2>
<p>A arquitetura de destino precisa ser definida antes da migração definitiva.</p>
<p>O planejamento deve considerar:</p>
<ul>
<li>PostgreSQL Community ou plataforma PostgreSQL Enterprise.</li>
<li>EDB Postgres Advanced Server quando aplicável.</li>
<li>CPU.</li>
<li>Memória.</li>
<li>Armazenamento.</li>
<li>Rede.</li>
<li>Alta disponibilidade.</li>
<li>Replicação.</li>
<li>Backup.</li>
<li>Disaster Recovery.</li>
<li>Monitoramento.</li>
<li>Segurança.</li>
<li>Connection pooling.</li>
<li>Crescimento futuro.</li>
</ul>
<p>A arquitetura não deve simplesmente reproduzir o ambiente Oracle.</p>
<p>O objetivo é projetar uma plataforma PostgreSQL adequada à carga atual e ao crescimento esperado.</p>
<hr />
<h2>Planejamento de capacidade</h2>
<p>O dimensionamento deve utilizar métricas reais do ambiente Oracle sempre que disponíveis.</p>
<p>Devem ser avaliados:</p>
<ul>
<li>CPU média e de pico.</li>
<li>Memória utilizada.</li>
<li>I/O.</li>
<li>Latência.</li>
<li>Throughput.</li>
<li>Quantidade de sessões.</li>
<li>Consultas críticas.</li>
<li>Volume de transações.</li>
<li>Volume de dados.</li>
<li>Crescimento previsto.</li>
</ul>
<p>O dimensionamento deve considerar não apenas o funcionamento normal, mas também situações de pico e contingência.</p>
<hr />
<h2>Planejamento de alta disponibilidade</h2>
<p>Aplicações críticas precisam de uma arquitetura compatível com seus requisitos de disponibilidade.</p>
<p>O planejamento deve definir:</p>
<ul>
<li>Quantidade de servidores.</li>
<li>Primary.</li>
<li>Standby.</li>
<li>Replicação.</li>
<li>Monitoramento.</li>
<li>Failover.</li>
<li>Procedimentos de recuperação.</li>
<li>Testes de failover.</li>
</ul>
<p>Também é necessário considerar o cenário após o failover.</p>
<p>O servidor que assumirá a função de primary precisa possuir capacidade suficiente para suportar a carga operacional esperada.</p>
<hr />
<h2>Planejamento de Backup e Disaster Recovery</h2>
<p>Backup não deve ser confundido com alta disponibilidade.</p>
<p>O planejamento precisa definir:</p>
<ul>
<li>Política de backup.</li>
<li>Retenção.</li>
<li>Localização das cópias.</li>
<li>Proteção contra falhas.</li>
<li>Restauração.</li>
<li>Testes periódicos.</li>
<li>Disaster Recovery.</li>
<li>RPO.</li>
<li>RTO.</li>
</ul>
<p>A estratégia de recuperação deve ser validada antes da entrada definitiva em produção.</p>
<hr />
<h2>Planejamento da segurança</h2>
<p>A migração também representa uma oportunidade para revisar controles de segurança.</p>
<p>O planejamento deve considerar:</p>
<ul>
<li>Usuários.</li>
<li>Roles.</li>
<li>Privilégios.</li>
<li>Autenticação.</li>
<li>Criptografia.</li>
<li>Conexões.</li>
<li>Auditoria.</li>
<li>Segregação de funções.</li>
<li>Proteção das credenciais.</li>
<li>Integrações.</li>
</ul>
<p>Não é recomendável simplesmente transportar permissões do Oracle para PostgreSQL sem revisar sua necessidade e adequação.</p>
<hr />
<h2>Planejamento das aplicações</h2>
<p>O banco de dados é apenas um componente do sistema.</p>
<p>Cada aplicação conectada ao Oracle precisa ser avaliada.</p>
<p>O planejamento deve considerar:</p>
<ul>
<li>Drivers.</li>
<li>Strings de conexão.</li>
<li>ORMs.</li>
<li>SQL embutido.</li>
<li>Stored procedures.</li>
<li>APIs.</li>
<li>Integrações.</li>
<li>Jobs.</li>
<li>Processos batch.</li>
<li>Ferramentas de BI.</li>
<li>Sistemas externos.</li>
</ul>
<p>Uma aplicação que funciona corretamente durante um teste isolado pode apresentar problemas quando submetida à carga real.</p>
<p>Por isso, os testes precisam representar o comportamento efetivo da aplicação.</p>
<hr />
<figure id="attachment_6990" aria-describedby="caption-attachment-6990" style="width: 1535px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6990" src="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/arquitetura-postgresql-destino-alta-disponibilidade-backup-disaster-recovery-Dominus-Tech.png" alt="Equipe da Dominus Tech analisando uma arquitetura PostgreSQL de destino com aplicações corporativas, banco de dados Primary e Standby, replicação, backup, monitoramento, segurança e Disaster Recovery." width="1535" height="1024" srcset="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/arquitetura-postgresql-destino-alta-disponibilidade-backup-disaster-recovery-Dominus-Tech.png 1535w, https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/arquitetura-postgresql-destino-alta-disponibilidade-backup-disaster-recovery-Dominus-Tech-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 1535px) 100vw, 1535px" /><figcaption id="caption-attachment-6990" class="wp-caption-text">Equipe da Dominus Tech avaliando uma arquitetura PostgreSQL corporativa com servidores Primary e Standby, replicação contínua, backup, monitoramento, segurança e recuperação de desastres.</figcaption></figure>
<hr />
<h2>Planejamento dos testes</h2>
<p>Uma migração não deve ser considerada concluída simplesmente porque os dados foram carregados.</p>
<p>É necessário validar diferentes dimensões.</p>
<h3>Testes funcionais</h3>
<ul>
<li>Consultas.</li>
<li>Transações.</li>
<li>Procedures.</li>
<li>Functions.</li>
<li>Triggers.</li>
<li>Relatórios.</li>
<li>Integrações.</li>
<li>Processos batch.</li>
</ul>
<h3>Testes de performance</h3>
<ul>
<li>Tempo de resposta.</li>
<li>Throughput.</li>
<li>Concorrência.</li>
<li>CPU.</li>
<li>Memória.</li>
<li>I/O.</li>
<li>Consultas críticas.</li>
</ul>
<h3>Testes de disponibilidade</h3>
<ul>
<li>Failover.</li>
<li>Recuperação.</li>
<li>Reconexão das aplicações.</li>
<li>Promoção do standby.</li>
<li>Retorno operacional.</li>
</ul>
<hr />
<h2>Definição dos critérios de sucesso</h2>
<p>Um dos pontos mais importantes do planejamento é definir antecipadamente o que significa &#8220;migração bem-sucedida&#8221;.</p>
<p>Os critérios podem incluir:</p>
<ul>
<li>100% dos dados críticos migrados.</li>
<li>Integridade dos dados validada.</li>
<li>Aplicações funcionando corretamente.</li>
<li>Consultas críticas dentro dos limites definidos.</li>
<li>Integrações funcionando.</li>
<li>Backup validado.</li>
<li>Restauração validada.</li>
<li>Failover testado.</li>
<li>Monitoramento ativo.</li>
<li>Equipe operacional treinada.</li>
<li>Documentação atualizada.</li>
</ul>
<p>Critérios objetivos reduzem discussões subjetivas durante a homologação.</p>
<hr />
<h2>Planejamento do cutover</h2>
<p>O cutover representa a transição efetiva da aplicação para o ambiente PostgreSQL.</p>
<p>Por isso, deve ser planejado detalhadamente.</p>
<p>O plano deve definir:</p>
<ul>
<li>Data e horário.</li>
<li>Responsáveis.</li>
<li>Pré-requisitos.</li>
<li>Bloqueio de alterações.</li>
<li>Sincronização final.</li>
<li>Validação dos dados.</li>
<li>Alteração das conexões.</li>
<li>Testes pós-cutover.</li>
<li>Liberação dos usuários.</li>
<li>Monitoramento intensivo.</li>
</ul>
<p>Quanto mais crítica a aplicação, mais detalhado deve ser o procedimento.</p>
<hr />
<h2>Plano de rollback</h2>
<p>Todo projeto de migração de alta criticidade precisa considerar a possibilidade de retorno.</p>
<p>O rollback deve ser planejado antes do cutover.</p>
<p>É necessário definir:</p>
<ul>
<li>Em quais condições o rollback será acionado.</li>
<li>Quem possui autoridade para tomar a decisão.</li>
<li>Quanto tempo está disponível para reversão.</li>
<li>Como será restaurado o ambiente anterior.</li>
<li>Como serão tratadas alterações realizadas durante a janela.</li>
<li>Como as aplicações retornarão ao ambiente Oracle.</li>
<li>Como será validada a consistência dos dados.</li>
</ul>
<p>Um rollback não planejado pode aumentar significativamente o impacto de um incidente.</p>
<hr />
<h2>Governança do projeto de migração</h2>
<p>Projetos corporativos precisam de governança.</p>
<p>A governança deve estabelecer:</p>
<ul>
<li>Responsáveis técnicos.</li>
<li>Responsáveis pelo negócio.</li>
<li>Responsáveis pelas aplicações.</li>
<li>Responsáveis pela infraestrutura.</li>
<li>Responsáveis pela segurança.</li>
<li>Responsáveis pela operação.</li>
<li>Processo de aprovação.</li>
<li>Controle de mudanças.</li>
<li>Registro de riscos.</li>
<li>Documentação.</li>
</ul>
<p>A migração deve ser tratada como um projeto corporativo e não apenas como uma alteração realizada pelo administrador de banco de dados.</p>
<hr />
<h2>Gestão de riscos na migração Oracle para PostgreSQL</h2>
<p>Os principais riscos devem ser registrados e classificados.</p>
<p>Entre os riscos possíveis estão:</p>
<ul>
<li>Incompatibilidade de código.</li>
<li>Dependências não documentadas.</li>
<li>Volume de dados maior que o estimado.</li>
<li>Janela de manutenção insuficiente.</li>
<li>Problemas de performance.</li>
<li>Falhas de integração.</li>
<li>Problemas de driver.</li>
<li>Falhas de sincronização.</li>
<li>Problemas no cutover.</li>
<li>Rollback inadequado.</li>
<li>Capacidade insuficiente do ambiente PostgreSQL.</li>
</ul>
<p>Cada risco deve possuir uma estratégia de mitigação.</p>
<hr />
<h2>Planejamento de migração em ambientes de missão crítica</h2>
<p>Ambientes de missão crítica exigem maior rigor.</p>
<p>Nesse cenário, o planejamento deve integrar:</p>
<ul>
<li>Performance.</li>
<li>Alta disponibilidade.</li>
<li>Replicação.</li>
<li>Backup.</li>
<li>Disaster Recovery.</li>
<li>Segurança.</li>
<li>Monitoramento.</li>
<li>Testes.</li>
<li>Cutover.</li>
<li>Rollback.</li>
</ul>
<p>A migração somente deve avançar para produção quando os principais riscos tiverem sido identificados e tratados.</p>
<hr />
<h2>Planejamento e EDB Postgres</h2>
<p>Em projetos com forte dependência de tecnologias Oracle, o <strong>EDB Postgres Advanced Server</strong> pode ser avaliado como plataforma de destino quando seus recursos de compatibilidade forem relevantes para o projeto.</p>
<p>O planejamento deve determinar quais recursos realmente serão utilizados e qual será o benefício técnico obtido.</p>
<p>O EDB Migration Toolkit também pode fazer parte da estratégia de conversão de objetos e dados.</p>
<p>Entretanto, ferramentas não substituem o planejamento arquitetural.</p>
<p>É necessário continuar avaliando aplicações, performance, segurança, disponibilidade, testes e operação.</p>
<hr />
<h2>Planejamento da migração e redução de riscos</h2>
<p>Um dos maiores benefícios do planejamento é transformar incertezas em decisões.</p>
<p>Em vez de descobrir durante a execução que determinado componente é incompatível, a equipe pode identificar previamente:</p>
<ul>
<li>O esforço necessário.</li>
<li>Os componentes de maior risco.</li>
<li>As aplicações prioritárias.</li>
<li>Os recursos necessários.</li>
<li>Os testes que precisam ser executados.</li>
<li>A ordem das ondas.</li>
<li>A estratégia de cutover.</li>
<li>Os critérios de sucesso.</li>
</ul>
<p>Isso permite que o projeto seja conduzido de forma mais previsível.</p>
<hr />
<figure id="attachment_6991" aria-describedby="caption-attachment-6991" style="width: 1535px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-6991" src="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/planejamento-migracao-oracle-postgresql-estrategia-risco-continuidade-dominus-tech.png" alt="Equipe Dominus Tech analisando o planejamento de migração Oracle para PostgreSQL, com roadmap, arquitetura de destino, avaliação de riscos, estratégia de testes, plano de cutover e indicadores do projeto." width="1535" height="1024" srcset="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/planejamento-migracao-oracle-postgresql-estrategia-risco-continuidade-dominus-tech.png 1535w, https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/planejamento-migracao-oracle-postgresql-estrategia-risco-continuidade-dominus-tech-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 1535px) 100vw, 1535px" /><figcaption id="caption-attachment-6991" class="wp-caption-text">Equipe Dominus Tech analisando um planejamento estruturado de migração Oracle para PostgreSQL, com foco em riscos, testes, cutover, continuidade operacional e segurança.</figcaption></figure>
<hr />
<h2>Roadmap recomendado para uma migração Oracle para PostgreSQL</h2>
<p>Uma estratégia estruturada pode seguir as seguintes etapas:</p>
<ol>
<li>Definição dos objetivos de negócio.</li>
<li>Assessment do ambiente Oracle.</li>
<li>Inventário de bancos, objetos e aplicações.</li>
<li>Análise de compatibilidade.</li>
<li>Classificação de complexidade.</li>
<li>Definição da arquitetura PostgreSQL.</li>
<li>Dimensionamento da infraestrutura.</li>
<li>Definição da estratégia de conversão.</li>
<li>Definição da estratégia de migração de dados.</li>
<li>Preparação do ambiente de destino.</li>
<li>Execução da migração piloto.</li>
<li>Testes funcionais.</li>
<li>Testes de performance.</li>
<li>Testes de disponibilidade.</li>
<li>Homologação.</li>
<li>Planejamento do cutover.</li>
<li>Execução do cutover.</li>
<li>Monitoramento pós-migração.</li>
<li>Estabilização.</li>
<li>Encerramento controlado do ambiente Oracle.</li>
</ol>
<hr />
<h2>Checklist de Planejamento da Migração Oracle para PostgreSQL</h2>
<ul>
<li>Definir objetivos da migração.</li>
<li>Realizar assessment técnico.</li>
<li>Inventariar bancos Oracle.</li>
<li>Inventariar objetos.</li>
<li>Mapear aplicações.</li>
<li>Mapear integrações.</li>
<li>Analisar PL/SQL.</li>
<li>Analisar SQL Oracle.</li>
<li>Avaliar packages.</li>
<li>Avaliar procedures.</li>
<li>Avaliar triggers.</li>
<li>Avaliar sequences.</li>
<li>Avaliar synonyms.</li>
<li>Avaliar database links.</li>
<li>Classificar complexidade.</li>
<li>Definir arquitetura PostgreSQL.</li>
<li>Dimensionar CPU e memória.</li>
<li>Dimensionar armazenamento.</li>
<li>Definir alta disponibilidade.</li>
<li>Definir backup.</li>
<li>Definir Disaster Recovery.</li>
<li>Definir segurança.</li>
<li>Definir estratégia de dados.</li>
<li>Definir ondas de migração.</li>
<li>Definir piloto.</li>
<li>Definir testes.</li>
<li>Definir critérios de sucesso.</li>
<li>Definir cutover.</li>
<li>Definir rollback.</li>
<li>Definir responsáveis.</li>
<li>Documentar riscos.</li>
<li>Documentar o roadmap.</li>
</ul>
<hr />
<h2>Conclusão</h2>
<p><strong>Planejamento da Migração Oracle para PostgreSQL</strong> é o elemento que transforma uma intenção de modernização em um projeto técnico estruturado.</p>
<p>Uma migração bem planejada não começa pela cópia dos dados. Ela começa pela compreensão do ambiente, análise de compatibilidade, identificação das dependências, definição da arquitetura de destino e construção de uma estratégia de execução.</p>
<p>O planejamento deve conectar banco de dados, aplicações, infraestrutura, segurança, performance, alta disponibilidade, backup, Disaster Recovery, testes, cutover e operação.</p>
<p>Em ambientes corporativos, a abordagem mais segura é utilizar o assessment como base, classificar os workloads, executar pilotos controlados e evoluir por ondas.</p>
<p>A utilização de PostgreSQL Enterprise ou EDB Postgres pode ser avaliada de acordo com os requisitos técnicos e de negócio do projeto, especialmente quando existem dependências relevantes de tecnologias Oracle.</p>
<p>O objetivo final não é apenas migrar o banco.</p>
<p>É construir uma nova plataforma de dados capaz de sustentar a operação empresarial com segurança, desempenho, disponibilidade e capacidade de evolução.</p>
<hr />
<h2>Links Relacionados</h2>
<ul>
<li>Assessment técnico antes da migração Oracle. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/assessment-oracle-postgresql/">Assessment Oracle PostgreSQL</a></li>
<li>Processo completo de modernização Oracle para PostgreSQL. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/migracao-oracle-para-postgresql/">Migração Oracle para PostgreSQL</a></li>
<li>Compatibilidade entre Oracle e PostgreSQL. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/compatibilidade-oracle-postgresql/">Compatibilidade Oracle PostgreSQL</a></li>
<li>PostgreSQL compatível com aplicações Oracle. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/postgresql-compativel-com-oracle/">PostgreSQL Compatível com Oracle</a></li>
<li>PL/SQL durante a modernização para PostgreSQL. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/plsql-no-postgresql/">PL/SQL no PostgreSQL</a></li>
<li>Packages Oracle em projetos de migração. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/packages-oracle/">Packages Oracle</a></li>
<li>Procedures Oracle durante a migração. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/procedures-oracle/">Procedures Oracle</a></li>
<li>Triggers Oracle e PostgreSQL. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/triggers-oracle/">Triggers Oracle</a></li>
<li>Sequences Oracle e PostgreSQL. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/sequences-oracle/">Sequences Oracle</a></li>
<li>Database Links em ambientes Oracle e PostgreSQL. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/database-links/">Database Links</a></li>
<li>Oracle SQL no PostgreSQL. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/oracle-sql-no-postgresql/">Oracle SQL no PostgreSQL</a></li>
<li>Ferramenta para automação da migração. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-migration-toolkit/">EDB Migration Toolkit</a></li>
<li>PostgreSQL Enterprise para ambientes corporativos. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/postgresql-enterprise/">PostgreSQL Enterprise</a></li>
<li>PostgreSQL para empresas. <a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/postgresql-para-empresas/">PostgreSQL para Empresas</a></li>
</ul>
<hr />
<h2>Recursos Oficiais</h2>
<ul>
<li>PostgreSQL — documentação oficial sobre migração entre versões e procedimentos de migração. <a href="https://www.postgresql.org/docs/current/migration.html">Documentação PostgreSQL — Migration</a></li>
<li>PostgreSQL — documentação oficial sobre comandos SQL. <a href="https://www.postgresql.org/docs/current/sql.html">Documentação PostgreSQL — SQL Commands</a></li>
<li>PostgreSQL — documentação oficial sobre administração do servidor. <a href="https://www.postgresql.org/docs/current/admin.html">Documentação PostgreSQL — Server Administration</a></li>
<li>PostgreSQL — documentação oficial sobre alta disponibilidade, balanceamento e replicação. <a href="https://www.postgresql.org/docs/current/high-availability.html">Documentação PostgreSQL — High Availability, Load Balancing and Replication</a></li>
<li>PostgreSQL — documentação oficial sobre backup e recuperação. <a href="https://www.postgresql.org/docs/current/backup.html">Documentação PostgreSQL — Backup and Restore</a></li>
<li>PostgreSQL — documentação oficial sobre monitoramento. <a href="https://www.postgresql.org/docs/current/monitoring.html">Documentação PostgreSQL — Monitoring</a></li>
<li>EnterpriseDB — documentação oficial do EDB Migration Toolkit. <a href="https://www.enterprisedb.com/docs/migration_toolkit/latest/">EDB Migration Toolkit — Documentação Oficial</a></li>
<li>EnterpriseDB — documentação oficial do EDB Postgres Advanced Server. <a href="https://www.enterprisedb.com/docs/epas/latest/">EDB Postgres Advanced Server — Documentação Oficial</a></li>
<li>EnterpriseDB — documentação oficial da plataforma EDB Postgres. <a href="https://www.enterprisedb.com/docs/">EDB Documentation</a></li>
</ul>
<hr />
<h2>FAQ — Perguntas Frequentes</h2>
<h3>O que é planejamento da migração Oracle para PostgreSQL?</h3>
<p>É a etapa responsável por transformar o assessment técnico em uma estratégia de execução, definindo escopo, arquitetura, conversão, migração de dados, testes, cutover, rollback, responsáveis e cronograma.</p>
<h3>Qual a diferença entre assessment e planejamento?</h3>
<p>O assessment procura compreender o ambiente atual, enquanto o planejamento utiliza os resultados dessa análise para definir como a migração será executada.</p>
<h3>É possível migrar Oracle para PostgreSQL sem planejamento?</h3>
<p>Tecnicamente algumas migrações podem ser executadas sem um planejamento formal, mas em ambientes corporativos isso aumenta significativamente a exposição a incompatibilidades, atrasos, problemas de performance e falhas durante o cutover.</p>
<h3>O planejamento precisa analisar as aplicações?</h3>
<p>Sim. As aplicações podem depender de SQL específico, drivers, procedures, integrações, transações, APIs, jobs e outras características do Oracle.</p>
<h3>O PL/SQL deve ser analisado antes da migração?</h3>
<p>Sim. A quantidade e a complexidade do PL/SQL podem representar uma parcela importante do esforço de conversão.</p>
<h3>É melhor migrar todos os bancos Oracle de uma vez?</h3>
<p>Nem sempre. Em ambientes grandes, a migração em ondas pode reduzir riscos, permitindo validar ferramentas, processos e procedimentos antes das aplicações mais críticas.</p>
<h3>O que é uma migração piloto?</h3>
<p>É uma primeira migração controlada utilizada para validar ferramentas, processos, conversão, dados, testes, cutover e operação antes da expansão para outros sistemas.</p>
<h3>O planejamento precisa definir rollback?</h3>
<p>Sim. O rollback deve ser planejado previamente, incluindo critérios para acionamento, responsáveis, procedimentos e validações.</p>
<h3>O EDB Migration Toolkit substitui o planejamento?</h3>
<p>Não. Ferramentas podem automatizar determinadas etapas de conversão ou movimentação de dados, mas não substituem análise de arquitetura, aplicações, performance, segurança, testes e operação.</p>
<h3>EDB Postgres Advanced Server deve ser utilizado em toda migração Oracle?</h3>
<p>Não necessariamente. A plataforma de destino deve ser definida com base nos requisitos técnicos e de negócio. Quando existem dependências relevantes de recursos Oracle, o EDB Postgres Advanced Server pode ser avaliado como uma alternativa.</p>
<h3>Como saber se a migração está pronta para produção?</h3>
<p>É necessário definir critérios objetivos de sucesso, incluindo validação dos dados, funcionamento das aplicações, performance, integrações, backup, recuperação, alta disponibilidade e procedimentos operacionais.</p>
<hr />
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<p>O planejamento adequado permite transformar uma migração complexa em um projeto estruturado, com riscos identificados, responsabilidades definidas, critérios de sucesso e estratégia de execução. A Dominus Tech pode apoiar sua organização desde a avaliação inicial até a estabilização do ambiente PostgreSQL em produção.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Compatibilidade Oracle PostgreSQL</title>
		<link>https://www.shopdominustech.com/conecta/compatibilidade-oracle-postgresql/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dominus Tech]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 20:49:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>
		<category><![CDATA[EG Enterprise]]></category>
		<category><![CDATA[Oracle]]></category>
		<category><![CDATA[PostgreSQL]]></category>
		<category><![CDATA[assessment oracle]]></category>
		<category><![CDATA[banco de dados empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Compatibilidade Oracle PostgreSQL]]></category>
		<category><![CDATA[EDB Postgres]]></category>
		<category><![CDATA[edb postgres advanced server]]></category>
		<category><![CDATA[EnterpriseDB]]></category>
		<category><![CDATA[migração oracle]]></category>
		<category><![CDATA[modernização de banco de dados]]></category>
		<category><![CDATA[pl sql]]></category>
		<category><![CDATA[PostgreSQL Corporativo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Compatibilidade Oracle PostgreSQL Compatibilidade Oracle PostgreSQL é um dos principais temas para empresas que avaliam a modernização de aplicações Oracle para uma plataforma PostgreSQL Enterprise. Em ambientes corporativos, a migração não envolve apenas a transferência dos dados: é necessário avaliar SQL, PL/SQL, procedures, functions, packages, triggers, tipos de dados, integrações, ferramentas, processos operacionais e dependências [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Compatibilidade Oracle PostgreSQL</h1>
<p><strong>Compatibilidade Oracle PostgreSQL</strong> é um dos principais temas para empresas que avaliam a modernização de aplicações Oracle para uma plataforma PostgreSQL Enterprise. Em ambientes corporativos, a migração não envolve apenas a transferência dos dados: é necessário avaliar SQL, PL/SQL, procedures, functions, packages, triggers, tipos de dados, integrações, ferramentas, processos operacionais e dependências específicas da plataforma de origem.</p>
<p>O EDB Postgres Advanced Server foi desenvolvido com recursos de compatibilidade que permitem aproximar o comportamento do PostgreSQL ao modelo utilizado por aplicações Oracle. A documentação oficial da EDB descreve compatibilidade com linguagem procedural, tipos de dados, comandos SQL, funções, views de catálogo e outros recursos utilizados por aplicações Oracle.</p>
<p>Isso torna a compatibilidade Oracle um elemento estratégico em projetos de modernização, principalmente quando a organização possui aplicações antigas, grande quantidade de código PL/SQL ou dependências que aumentariam o esforço de conversão para um PostgreSQL convencional.</p>
<hr />
<h2>O que significa compatibilidade Oracle no PostgreSQL</h2>
<p>Compatibilidade Oracle PostgreSQL é a capacidade de uma plataforma PostgreSQL oferecer recursos que permitam executar, adaptar ou migrar aplicações originalmente desenvolvidas para Oracle com menor esforço de transformação.</p>
<p>É importante entender que compatibilidade não significa que Oracle e PostgreSQL sejam bancos de dados idênticos. Os dois possuem arquiteturas, sintaxes, comportamentos e recursos próprios. O objetivo da compatibilidade é reduzir as diferenças que podem representar maior impacto durante a modernização de uma aplicação.</p>
<h3>Por que a compatibilidade é importante?</h3>
<p>Em uma aplicação corporativa, o banco de dados normalmente não é apenas um repositório de informações. Ele pode conter uma parte significativa da lógica da aplicação.</p>
<p>É comum encontrar no ambiente Oracle:</p>
<ul>
<li>Procedures.</li>
<li>Functions.</li>
<li>Packages.</li>
<li>Triggers.</li>
<li>Sequences.</li>
<li>Views.</li>
<li>PL/SQL.</li>
<li>SQL específico.</li>
<li>Tipos de dados específicos.</li>
<li>Jobs.</li>
<li>Integrações com outros sistemas.</li>
<li>Database links.</li>
<li>Dependências de ferramentas Oracle.</li>
</ul>
<p>Quanto maior a quantidade de elementos específicos da plataforma de origem, maior pode ser o impacto da migração.</p>
<h3>Compatibilidade como estratégia de modernização</h3>
<p>Em vez de tratar a migração como uma simples conversão de banco de dados, a organização pode utilizar a compatibilidade como parte de uma estratégia de modernização gradual.</p>
<p>O objetivo passa a ser reduzir o risco técnico, preservar o máximo possível da lógica existente e concentrar os esforços de desenvolvimento nas áreas que realmente precisam ser modificadas.</p>
<p>A EDB afirma que os recursos de compatibilidade do EDB Postgres Advanced Server permitem executar muitas aplicações desenvolvidas para Oracle com alterações mínimas ou nenhuma alteração em determinados cenários. A avaliação efetiva, entretanto, depende da aplicação e dos recursos utilizados.</p>
<hr />
<figure id="attachment_5720" aria-describedby="caption-attachment-5720" style="width: 1535px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5720" src="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/compatibilidade-oracle-postgresql-migracao-arquitetura-banco-de-dados-equipe-dominus-tech-2.png" alt="Equipe Dominus Tech analisando arquitetura de compatibilidade entre uma aplicação corporativa desenvolvida para Oracle e um ambiente PostgreSQL Enterprise, com camadas de SQL, PL/SQL, procedures, packages, dados, aplicações e integrações." width="1535" height="1024" srcset="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/compatibilidade-oracle-postgresql-migracao-arquitetura-banco-de-dados-equipe-dominus-tech-2.png 1535w, https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/compatibilidade-oracle-postgresql-migracao-arquitetura-banco-de-dados-equipe-dominus-tech-2-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1535px) 100vw, 1535px" /><figcaption id="caption-attachment-5720" class="wp-caption-text">Equipe Dominus Tech analisando a arquitetura de compatibilidade entre Oracle e PostgreSQL Enterprise, avaliando aplicações, SQL, PL/SQL, procedures, packages, dados e integrações para uma estratégia de modernização e migração.</figcaption></figure>
<hr />
<h2>SQL, PL/SQL e objetos Oracle</h2>
<h2>Compatibilidade de SQL Oracle no PostgreSQL</h2>
<p>Uma das primeiras áreas avaliadas em um projeto de migração é a camada SQL.</p>
<p>O EDB Postgres Advanced Server possui um subconjunto da linguagem SQL compatível com Oracle, incluindo sintaxes, tipos de dados e funções que podem funcionar tanto em Oracle quanto no EDB Postgres Advanced Server. A documentação oficial também mantém uma referência específica dos comandos compatíveis.</p>
<h3>SQL compatível</h3>
<p>Essa compatibilidade pode reduzir a quantidade de alterações necessárias em consultas e componentes da aplicação.</p>
<p>Durante o assessment, entretanto, cada consulta deve ser analisada considerando:</p>
<ul>
<li>Sintaxe utilizada.</li>
<li>Funções específicas.</li>
<li>Tipos de dados.</li>
<li>Operadores.</li>
<li>Comportamento esperado.</li>
<li>Plano de execução.</li>
<li>Dependências de catálogo.</li>
<li>Diferenças de performance.</li>
</ul>
<p>Uma consulta sintaticamente compatível ainda precisa ser validada funcionalmente e em termos de desempenho.</p>
<h2>PL/SQL no PostgreSQL Enterprise</h2>
<p>PL/SQL é frequentemente uma das maiores preocupações em projetos de migração Oracle.</p>
<p>O EDB Postgres Advanced Server oferece uma linguagem procedural compatível com aplicações Oracle, denominada SPL, utilizada para lógica de servidor em procedures, functions, triggers e packages.</p>
<h3>Procedures e functions</h3>
<p>Procedures e functions podem conter uma quantidade significativa de regras de negócio.</p>
<p>Em uma migração convencional, esses componentes podem exigir conversão para a linguagem e os padrões utilizados pelo PostgreSQL. Com o EDB Postgres Advanced Server, determinados recursos compatíveis podem reduzir o esforço dessa transformação.</p>
<p>Isso é particularmente relevante em sistemas legados nos quais a lógica de negócio foi concentrada no banco de dados ao longo de muitos anos.</p>
<h3>Packages Oracle</h3>
<p>Packages são outro elemento importante da compatibilidade.</p>
<p>A documentação do EDB Postgres Advanced Server descreve suporte a packages como uma coleção de functions, procedures, variáveis, cursores e outros elementos relacionados, organizados sob um identificador comum. Também existem packages fornecidos para compatibilidade com recursos Oracle.</p>
<p>Entre os packages disponibilizados pela plataforma estão componentes como DBMS_SQL, DBMS_OUTPUT, DBMS_SCHEDULER, DBMS_JOB, UTL_FILE e outros. A disponibilidade e o nível de compatibilidade devem ser conferidos na documentação da versão utilizada no projeto.</p>
<h2>Triggers e sequences</h2>
<p>Triggers e sequences também precisam fazer parte do inventário de objetos durante o assessment.</p>
<p>Triggers podem conter regras de negócio, auditoria, validações e atualizações automáticas. Sequences podem participar diretamente da geração de identificadores utilizados pela aplicação.</p>
<p>Mesmo quando existe compatibilidade, o comportamento deve ser validado durante os testes de migração.</p>
<hr />
<h2>Catálogo, tipos de dados e integrações</h2>
<h2>Tipos de dados Oracle no PostgreSQL</h2>
<p>Diferenças entre tipos de dados podem representar impactos importantes em uma migração.</p>
<p>Uma aplicação pode depender de características específicas relacionadas a:</p>
<ul>
<li>Datas.</li>
<li>Timestamp.</li>
<li>Numéricos.</li>
<li>Strings.</li>
<li>LOBs.</li>
<li>RAW.</li>
<li>Tipos definidos pela aplicação.</li>
<li>Conversões implícitas.</li>
<li>Precisão numérica.</li>
<li>Formato de valores.</li>
</ul>
<p>O EDB Postgres Advanced Server disponibiliza tipos de dados e comportamentos compatíveis com Oracle como parte de seus recursos de compatibilidade.</p>
<h3>Conversão de tipos durante a migração</h3>
<p>A existência de um tipo equivalente não significa que a conversão possa ser tratada automaticamente em todos os casos.</p>
<p>É necessário avaliar o comportamento da aplicação, regras de negócio, índices, consultas, procedures e integrações que dependem desses dados.</p>
<h2>Views de catálogo compatíveis</h2>
<p>Aplicações e ferramentas corporativas podem consultar informações sobre objetos, usuários, tabelas, colunas e configurações por meio do catálogo do banco de dados.</p>
<p>O EDB Postgres Advanced Server disponibiliza system catalog views compatíveis com o dicionário de dados Oracle, permitindo facilitar determinados cenários de migração.</p>
<h3>Por que o catálogo importa?</h3>
<p>Dependências de catálogo podem não estar evidentes no código principal da aplicação.</p>
<p>Uma aplicação pode consultar informações estruturais do banco para:</p>
<ul>
<li>Gerar relatórios.</li>
<li>Automatizar processos.</li>
<li>Construir telas administrativas.</li>
<li>Executar scripts.</li>
<li>Validar objetos.</li>
<li>Realizar tarefas de manutenção.</li>
</ul>
<p>Por isso, o assessment precisa identificar também dependências indiretas.</p>
<h2>Database Links e integração com Oracle</h2>
<p>Ambientes corporativos frequentemente possuem arquiteturas híbridas durante a migração. Nesse cenário, parte dos sistemas pode permanecer em Oracle enquanto outras aplicações são transferidas para PostgreSQL.</p>
<p>O EDB Postgres Advanced Server possui recursos relacionados ao acesso a servidores Oracle por meio do <strong>dblink_ora</strong>, documentados pela EDB em sua referência de compatibilidade Oracle.</p>
<p>Esse tipo de recurso pode ser relevante para estratégias de migração faseada, nas quais os dois ambientes precisam coexistir durante determinado período.</p>
<h3>Migração gradual</h3>
<p>Uma arquitetura de transição pode permitir que a organização migre sistemas por etapas, evitando a necessidade de alterar toda a infraestrutura simultaneamente.</p>
<p>Essa estratégia deve ser planejada considerando segurança, latência, consistência dos dados, dependências entre aplicações e prazo de desativação do ambiente Oracle.</p>
<hr />
<figure id="attachment_5723" aria-describedby="caption-attachment-5723" style="width: 1535px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5723" src="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/arquitetura-hibrida-oracle-postgresql-enterprise-migracao-gradual-dominus-tech.png" alt="Arquitetura híbrida com aplicações corporativas conectadas a ambientes Oracle e PostgreSQL Enterprise, mostrando fluxos controlados de dados, coexistência, testes, migração gradual e consolidação pela Dominus Tech." width="1535" height="1024" srcset="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/arquitetura-hibrida-oracle-postgresql-enterprise-migracao-gradual-dominus-tech.png 1535w, https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/arquitetura-hibrida-oracle-postgresql-enterprise-migracao-gradual-dominus-tech-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1535px) 100vw, 1535px" /><figcaption id="caption-attachment-5723" class="wp-caption-text">Arquitetura híbrida para coexistência, integração e migração gradual entre ambientes Oracle e PostgreSQL Enterprise, com fluxos controlados de dados e consolidação.</figcaption></figure>
<hr />
<h2>Assessment de compatibilidade e decisão empresarial</h2>
<h2>Como avaliar a compatibilidade Oracle PostgreSQL</h2>
<p>Uma migração segura começa com conhecimento detalhado do ambiente atual.</p>
<p>Antes de escolher a estratégia de conversão, é necessário identificar quais componentes da aplicação dependem diretamente de recursos Oracle.</p>
<h3>Inventário do banco de dados</h3>
<p>O inventário deve considerar:</p>
<ul>
<li>Tabelas.</li>
<li>Índices.</li>
<li>Views.</li>
<li>Materialized views.</li>
<li>Sequences.</li>
<li>Triggers.</li>
<li>Functions.</li>
<li>Procedures.</li>
<li>Packages.</li>
<li>Jobs.</li>
<li>Links.</li>
<li>Tipos de dados.</li>
<li>Objetos de segurança.</li>
</ul>
<h3>Inventário da aplicação</h3>
<p>Também é necessário analisar a aplicação que utiliza o banco.</p>
<p>O assessment deve procurar:</p>
<ul>
<li>SQL embutido.</li>
<li>PL/SQL.</li>
<li>Chamadas de procedures.</li>
<li>Dependências de packages.</li>
<li>Drivers.</li>
<li>APIs.</li>
<li>Ferramentas administrativas.</li>
<li>Scripts de automação.</li>
<li>Relatórios.</li>
<li>Integrações externas.</li>
</ul>
<h2>Classificação de compatibilidade</h2>
<p>Uma metodologia prática consiste em classificar os componentes em diferentes níveis de esforço.</p>
<ul>
<li><strong>Baixo impacto:</strong> componentes que podem ser utilizados com pouca ou nenhuma alteração.</li>
<li><strong>Impacto moderado:</strong> componentes compatíveis que exigem ajustes ou validações.</li>
<li><strong>Alto impacto:</strong> componentes que dependem de funcionalidades específicas do Oracle.</li>
<li><strong>Reengenharia:</strong> componentes que precisam ser redesenhados para a arquitetura PostgreSQL.</li>
</ul>
<p>Essa classificação permite transformar uma migração genérica em um plano técnico mensurável.</p>
<h2>Testes de compatibilidade</h2>
<p>Não basta verificar se o código compila.</p>
<p>Os testes devem validar comportamento funcional e não funcional.</p>
<h3>Testes funcionais</h3>
<ul>
<li>Resultados de consultas.</li>
<li>Processamento de transações.</li>
<li>Execução de procedures.</li>
<li>Execução de functions.</li>
<li>Triggers.</li>
<li>Jobs.</li>
<li>Relatórios.</li>
<li>Integrações.</li>
</ul>
<h3>Testes de desempenho</h3>
<ul>
<li>Tempo de resposta.</li>
<li>Throughput.</li>
<li>Concorrência.</li>
<li>CPU.</li>
<li>Memória.</li>
<li>I/O.</li>
<li>Consultas críticas.</li>
<li>Processos batch.</li>
</ul>
<p>O resultado do teste deve ser comparado com métricas do ambiente Oracle de origem para determinar se a plataforma de destino atende aos requisitos da aplicação.</p>
<h2>Compatibilidade como redução de risco</h2>
<p>O maior benefício de uma estratégia de compatibilidade não está simplesmente em preservar sintaxe. O objetivo é reduzir o esforço e o risco associados à modernização.</p>
<p>Quando uma organização consegue preservar parte relevante da lógica existente, pode concentrar o trabalho de engenharia nos componentes que realmente precisam ser transformados.</p>
<p>Isso pode contribuir para uma migração mais previsível, especialmente em ambientes corporativos de grande porte.</p>
<hr />
<figure id="attachment_5724" aria-describedby="caption-attachment-5724" style="width: 1535px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-5724" src="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/assessment-compatibilidade-oracle-postgresql-migracao-dominus-tech.png" alt="Equipe da Dominus Tech analisando assessment de compatibilidade Oracle e PostgreSQL em grandes monitores, com indicadores de objetos compatíveis, conversões, PL/SQL, packages, SQL, tipos de dados, integrações, riscos e progresso da migração." width="1535" height="1024" srcset="https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/assessment-compatibilidade-oracle-postgresql-migracao-dominus-tech.png 1535w, https://www.shopdominustech.com/conecta/wp-content/uploads/2026/08/assessment-compatibilidade-oracle-postgresql-migracao-dominus-tech-768x512.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1535px) 100vw, 1535px" /><figcaption id="caption-attachment-5724" class="wp-caption-text">Equipe da Dominus Tech analisando um assessment de compatibilidade Oracle e PostgreSQL, avaliando objetos, conversões, código PL/SQL, integrações, riscos e progresso da migração.</figcaption></figure>
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<h2>Links, recursos oficiais e SEO</h2>
<h2>Links Relacionados</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/migracao-oracle-para-postgresql/">Migração Oracle para PostgreSQL</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/enterprisedb/">EnterpriseDB</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-postgres-advanced-server/">EDB Postgres Advanced Server</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-migration-toolkit/">EDB Migration Toolkit</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/postgresql-enterprise/">PostgreSQL Enterprise</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/postgresql-para-empresas/">PostgreSQL para Empresas</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/postgresql-vs-edb-postgres/">PostgreSQL vs EDB Postgres</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/postgresql-community-vs-enterprisedb/">PostgreSQL Community vs EnterpriseDB</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-replication-server/">EDB Replication Server</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-failover-manager/">EDB Failover Manager</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-backup-and-recovery/">EDB Backup and Recovery</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-control-center/">EDB Control Center</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-kubernetes/">EDB Kubernetes</a></li>
<li><a href="https://www.shopdominustech.com/conecta/edb-distributed/">EDB Distributed</a></li>
</ul>
<h2>Recursos Oficiais</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.enterprisedb.com/docs/epas/latest/fundamentals/epas_fundamentals/epas_compat_ora_dev_guide/">EDB — Database compatibility for Oracle developers</a></li>
<li><a href="https://www.enterprisedb.com/docs/epas/latest/reference/oracle_compatibility_reference/">EDB — Oracle compatibility reference</a></li>
<li><a href="https://www.enterprisedb.com/docs/epas/latest/reference/oracle_compatibility_reference/epas_compat_bip_guide/">EDB — Built-in packages</a></li>
<li><a href="https://www.enterprisedb.com/docs/epas/latest/working_with_oracle_data/">EDB — Working with Oracle data</a></li>
<li><a href="https://www.enterprisedb.com/docs/epas/latest/reference/sql_reference/">EDB — SQL Reference</a></li>
</ul>
<div class="text-token-text-secondary text-sm leading-5 [text-wrap:pretty]">
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